FESTIVAL ALTITUDES

8 a 16 de Agosto 2020
www.festivalaltitudes.wordpress.com

É a partilha que está na génese deste acontecimento anual, a partilha de projetos entre pares, a partilha de espetáculos com o público. O Festival Altitudes que começou em 1998 como uma troca de espetáculos entre duas ou três companhias, propõe hoje ao seu público espetáculos de teatro nacionais e internacionais, concertos, espetáculos de dança, residências, ateliês, exposições de artes plásticas, ciclos de cinema e conferências. Uma programação cada vez mais abrangente e a cada ano mais exigente, porque responde à exigência de um público regular, interessado, crítico.
Os 50 habitantes permanentes da aldeia de Campo Benfeito não são suficientes para preencher os quase 200 lugares disponíveis durante o festival, contudo, a lotação esgota diariamente. “…São pessoas que vêm não se sabe de onde” confessou Fernando Tordo no concerto de encerramento da edição de 2018, surpreendido com a inusitada localização geográfica do festival, mas também com a quantidade de público que frequenta os espetáculos.
O Festival Altitudes é mais um exemplo de dinamização da região e de descentralização das artes. O público que vem propositadamente de Lisboa, do Porto, de Viseu, Castro Daire, Lamego e de tantos outros locais, para assistirem às propostas artísticas, fica uma noite ou durante vários dias na região.
O equilíbrio entre novas propostas e nomes amplamente reconhecidos, a qualidade inquestionável da programação e a inigualável situação geográfica fazem do Festival Altitudes uma referência na programação cultural e artística a nível nacional.

“O enquadramento é único. Ir ao teatro por estes dias, ver um espetáculo do Festival Altitudes é ir visitar uma paisagem portuguesa única. A experiência da imaginação cruza-se, entre o cenário natural e humano da aldeia de Campo Benfeito – pequena aldeia com 50 habitantes na serra do Montemuro, em plena Beira Alta – e as propostas artísticas, que introduzem uma interrupção da vivência contemporânea daquele património cultural e edificado.(…)”

Cláudia Galhós, Jornal Expresso, 11-08-2018


Alguns dos projetos que cruzaram os palcos do Festival Altitudes:

Teatro/Dança:Artistas Unidos (Lisboa), Companhia Paulo Ribeiro (Viseu), Companhia do Chapitô (Lisboa), Teatro ao Largo (Vila Nova de Milfontes),Teatro das Beiras (Covilhã), Teatro de Marionetas do Porto (Porto),Teatro e Marionetas de Mandrágora (Espinho), D´Orfeu Associação Cultural (Águeda), Acert (Tondela), Teatro do Mar (Sines), TeatroArt imagem (Porto), Teatro Extremo (Almada) Este – Estação Teatral(Fundão), Baal 17 (Serpa), Teatro O Bando (Palmela), Palmilha Dentada (Porto), Comuna Teatro de Pesquisa (Lisboa), Teatro Invisível(Lisboa), A Barraca (Lisboa), Companhia de Mente (Viseu), O NarizTeatro de Grupo (Leiria), Jangada Teatro (Lousada), Peripécia Teatro (Vila Real); Circolando (Porto), Fernando Mota (Lisboa), Yola Pinto(Lisboa), Companhia Caótica (Lisboa), Formiga Atómica (Lisboa),Acta – A Companhia de Teatro do Algarve (Faro)

Música: Fernando Tordo, Projeto “Aduf” Camané, Tim Tim por Tim Tum,Sérgio Godinho, Virgem Suta, Victorino, Tora Tora Bing Band, Quadrilha, Concerto MU, Ó quéstrada, D´Orfeu Associação Cultural, Jorge Palma, Gaiteiros de Lisboa, Fanfarra Kaustica, Uxukalhus, Strella do Dia

Internacional: Natural Theatre Company (Inglaterra), Khalik K (França), Cascai Teatre (Espanha),Los Excêntricos (Espanha), Talentitos Company (Alemanha), Dosàdeux (França), Yllana (Espanha), Karlik Danza Teatro (Espanha), Teatro Guirigai (Espanha), La Fundicion de Sevilha (Espanha).

Regional: Zés Pereiras bombos, Tuna de Cetos, Concertinas “Flor do Sabugueiro, Banda Filarmónica de Mões e Isabel Silvestre.

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