REDE CULTURAL VISEU DÃO LAFÕES

 

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O início de um novo ano significa, também, nova programação cultural na região VISEU DÃO-LAFÕES. ACERT, Binaural/Nodar, Cine Clube de Viseu, Companhia Paulo Ribeiro, Teatro do Montemuro e Teatro Viriato renovam programas e convocam o público, ou melhor, os diversos públicos, a usufruir de propostas culturais cativantes, que proporcionam dinâmicas culturais no distrito e fora dele, e incentivam o diálogo, a inovação criativa e a crítica construtiva e informada sobre múltiplas temáticas.

 A ACERT VAI ENTRAR NO SEU 39.º ANO DE VIDA.

2015. Quando pensamos nisso, pensamos em ficção científica. Nós que sonhámos com o Espaço 1999, a viver na lua, a passar por portas que fazem aquele barulhinho “fshett” ao abrir e fechar, tipos com máquinas na mão que permitiam comunicar à distância com imagem, “fasers” para atordoar. Mas 2015 é muito mais que isso, é a próxima etapa, a próxima etapa das muitas que já fomos, todos, cumprindo. Uma etapa que, como sempre na ACERT, não parte do zero, mas sim de tudo aquilo que fomos acumulando ao longo de 38 anos. Um ano mais de elefantes e outros “bichos”, grandes ou pequenos, um ano mais de descoberta de novos parceiros, um ano mais de...

O primeiro trimestre será mais uma estreia do Trigo Limpo, com Cicatriz, e de início da sempre entusiasmante Fábrica da Queima; será da residência de uma companhia Norueguesa de Novo Ciclo que vai instalar um Chapitô no jardim do Novo Ciclo para trabalhar com as escolas de Tondela; será de espectáculos como o “deixem o pimba em paz” em que grandes interpretes nos visitam; será de mais uma visita de The Legendary Tiger Man, um acertino dos sete costados; será da apresentação do disco de estreia de um jovem talentosíssimo guitarrista Francisco Sales; será da estreia da coprodução com a companhia Voadora “Don Juan”;

Mas será também mais uma ano de intensa partilha com os parceiros do território de Viseu Dão Lafões, para continuar neste trabalho de afirmação da cultura como ferramenta essencial de desenvolvimento do território.
Em suma, em 2015 não estamos ainda a viver na lua. Continuamos, como sempre, a viver em Tondela, porque acreditamos que o nosso futuro coletivo se escreve a partir daqui.

O ANO DE 2015 PARA A BINAURAL/NODAR inicia-se sob o signo do diálogo interterritorial com três eventos que abrangem três áreas complementares de intervenção e que se desenvolvem fora do território de Viseu Dão Lafões: em primeiro lugar, a criação artística sonora e media através da instalação sonora e vídeo multicanal Memória Sonora da Cortiça da autoria de Luís Costa que estará patente no Museu de Lamas (concelho de Santa Maria da Feira) entre 16 de Janeiro e 23 e Maio; em segundo lugar, a participação no Fórum Tramontana entre 28 de Janeiro e 3 de Fevereiro a ter lugar nos Pirinéus Franceses e Espanhóis, no âmbito do qual será apresentado publicamente junto de especialistas internacionais o corpo de recolhas etnográficas audiovisuais efectuadas pela BINAURAL/NODAR entre 2012 e 2014 no território de Viseu Dão Lafões e será definido o programa de recolhas a desenvolver este ano; Por último, a participação de Luís Costa na conferência “Políticas Culturais para o Desenvolvimento” organizada no dia 12 de Fevereiro pela Artemrede em Almada.

O CINE CLUBE DE VISEU VIVE AS PRIMEIRAS SEMANAS DO SEU SEXAGÉSIMO ANO DE EXISTÊNCIA.

Em 1955, Viseu descongelou um bocadinho, com Passport to Pimlico, num escuro mas futuroso 16 de Dezembro. O ciclo AQUI NA TERRA - filmes do mundo é a primeira das propostas que farão do programa de 2015 um ano muito especial para todos os que gostam de cinema. Em exibição até 10 de Fevereiro, AQUI NA TERRA - filmes do mundo é um ciclo que sublinha a paixão pelo cinema nos quatro cantos do mundo. Manter-se-á a actividade do Projecto CINEMA PARA AS ESCOLAS, pelo 15.º ano, com acções em escolas e para escolas, para todos os níveis de escolaridade (desde os 3 anos de idade).

A COMPANHIA PAULO RIBEIRO, A CELEBRAR VINTE ANOS DE EXISTÊNCIA, tem agendado para o início do ano a digressão de Jim (20 de Fevereiro, no Espace dês Arts, Scene National de Chalon-sur- Saône, França) e de Miraginava (05 a 08 de Março, Teatro Municipal Maria Matos, Lisboa).

O TEATRO DO MONTEMURO INICIA O ANO 2015 COM UM NOVO PROJECTO. Uma co -produção com o Teatro Nacional D Maria II estreou a 3 de Janeiro de 2015 e ficará em cena na Sala Estúdio do TNDM até 1 de Fevereiro- "Memórias Partilhadas" retrata a história de três objectos: Um lápis, uma mochila e uma almofada. Três monólogos que nos contam as histórias de objetos que tem muito para partilhar e que se ligam entre si de uma forma ou de outra. Paralelamente á estreia deste espetáculo estará também em cena no Teatro Nacional o projeto educativo "À Espera que volte" dirigido à comunidade escolar.

Este é o ponto de partida num ano com novas estreias e novos projetos. Um novo espectáculo de rua, uma digressão por Espanha, a aposta nos "Serões Na Serra", o Acolhimento de Escolas, o Festival Altitudes, a digressão, tudo para celebrar em força os 25 anos de actividade da companhia.

A NOVA TEMPORADA DE JANEIRO A MARÇO CONDUZ, NOVAMENTE, O TEATRO VIRIATO FORA DE PORTAS, numa programação dedicada quase em exclusivo ao Novo Circo, com a promoção do projecto Circus Lab (17 de Fevereiro a 22 de Março). Ao longo de mais de um mês, os concelhos de Viseu, Mangualde, Nelas, São Pedro do Sul e Tondela irão acolher 12 espectáculos e oficinas, num total de mais de 50 apresentações que ocuparão quatro tendas chapitô. Mas a programação não se esgota neste projecto. Dentro de portas, a marcar o arranque de temporada, o Teatro Viriato acolheu em dose dupla o encenador Tiago Rodrigues, com By Heart e Bovary (Janeiro).